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De olho na apresentação que a DJ Patricinha Tribal fará pela primeira vez em São Paulo, na E.joy - às vésperas da Páscoa, na quinta, 5 de abril - e por ser o Dia da Mulher, o Mix decidiu entrevistar a DJéia tribaleira. Veja os melhores momentos da conversinha.
Qual o seu nome real e por que esse sobrenome?
Meu nome é Patrícia mesmo. O Tribal veio por conta do som diferente que eu já fazia quando tocava em Volta Redonda, cidade que trabalhei por 5 anos antes de ir para o Rio de Janeiro.
Como foi a experiência de tocar em Buenos Aires?
Estive em Buenos Aires para conhecer a cena, e pude sentir um pouco no evento que levou 60 mil pessoas ao Creamfields... No After em que toquei, pude sentir a vibe do hermanos, que são afinados, apurados e receptíveis. Volto para lá em setembro, para tocar pela terceira vez.
Qual a expectativa de tocar em São Paulo?
A expectativa é grande. Tudo o que é novo me assusta, porém me atrai. Desejo dar continuidade ao trabalho, como foi em Floripa, onde a E.joy foi um sucesso e a vibe da equipe também. Sou paulista, mas nunca toquei em São Paulo: uma emoção a mais. Tenho certeza que será uma noite incrível.
O que acha do sucesso que vem fazendo com o público gay carioca?
O publico gay é exigente e antenado, todo mundo sabe disso. Conhecer pessoas, conhecer lugares, culturas, reger uma pista, acho que é mais do que sucesso, é um presente. Acho que as pessoas estão abrindo a mente, e sem rótulos a música vai invadindo... Exemplo disso foi Tiesto reunir 200 mil pessoas em Ipanema.
Tem alguma DJ mulher em que se inspire?
Meus DJs inspiradores são muitos, não posso enumerá-los... A música me inspira, o som latino e todas suas vertentes me fascinam, amo as viradas do DJ Isaac Escalante.