|

11o Festival de Cinema Judaico de São Paulo |
8/8/2007 |
Foto: Reprodução![]() Eytan Fox |
Foto: Reprodução![]() Cena de A Bolha |
No ano passado, o Festival de Cinema Judaico de São Paulo comemorou uma década de aniversário com mega retrospectiva de seus primeiros dez anos e bateu seu recorde de público e filmes apresentados.
Por isso, a programação da edição deste ano, que começou ontem com uma série de novidades, eventos e homenagens bacanas, é ainda mais forte e expressiva que em 2006, trazendo o melhor da produção judaica cinematográfica do panorama mundial.
Este ano, além da mostra competitiva do festival (que busca registrar a atmosfera mutante das diversas sociedades judaicas nos quatro cantos do planeta), a mostra contará também com uma série de trabalhos documentais inéditos (no total, 11 longas) e com as seleções “Memória” e “Panorama/Israel”, entre outras.
Mas o grande destaque desta edição fica mesmo com uma merecida retrospectiva da cinematografia do assumido cineasta Eytan Fox. O rapaz, que nasceu em 1964, em Nova York, e se mudou para Israel aos dois anos, é um dos nomes mais conhecidos da comunidade gay judaica, principalmente por seu contundente longa "Yossi & Jagger" (exibido no Festival Mix Brasil) e a série "Florentene", que o israelense dirige desde 1997 até hoje.
A série, que retrata a vida pouco política dos jovens habitantes do bairro ao sul de Tel Aviv e traça um retrato da nova cultura urbana israelense, terá 180 minutos de seu conteúdo exibido no próximo dia 9/8, às 18h30, no Teatro Anne Frank.
O mais novo longa de Eytan Fox, "A Bolha", premiado no último Festival de Berlim, também contará com uma projeção no dia 9, às 21hs. O filme narra a vida de três jovens israelenses que decidem ajudar um palestino ilegal, por quem o protagonista Noam (Ohad Knoller, que estará presente na sessão) se apaixona.
Além de "A Bolha" e "Florentene", a retrospectiva contará também com "Caminhando Sobre As Águas", longa inédito no Brasil lançado anteriormente à seu mais recente trabalho. O filme (que será exibido dia 12/8, às 14h30) conta a história de Eyal, um agente do Mossad emocionalmente abalado pelo suicídio da mulher que recebe a missão de vigiar Axel, jovem gay alemão cujo avô é um criminoso de guerra. Os dois começam a se conectar, mas tudo muda quando surge a possibilidade de o avô de Axel ser encontrado.
O 11o Festival de Cinema Judaico de São Paulo, que acontece até o dia 12 de agosto no clube Hebraica, no Centro de Cultura Judaica, no Cinesesc e na Livraria Cultura, contará com 42 filmes no total. Para conhecer a programação completa e mais informações, acesse a página oficial da mostra.
| 10/8/2007 02:20:58 | - | Comunidade de Judeus Gays do Brasil - www.jgbr.com.br (jgbr@jgbr.com.br) |
| o filme passa a mensagem de quanto é importante ser feliz agora. | ||