
Florianópolis ferveu |
6/2/2008 |
O balneário catarinense ficouum fervo só durante os dias de folia. Cheia de turistas e nativos gays por todos os lados, a ilha garantiu bons momentos de diversão.
Na sexta,1/2, rolou a esperada inauguração da filial da The Week em Florianópolis com o DJ Offer Nissim. No sábado, 2/2, aconteceu a festa resultado da parceria do clube, com o projeto espanhol Matinée Group. Foi a vez também de outro selo paulistano, a E.Joy, fazer a sua festa no Lagoa Iate Clube, com a diva Suzanne Palmer e o DJ Chris Cox. Domingo, 3/2, o povo se jogou festa Sunrise, em alto-mar, a bordo do Iate Casablanca, que percorreu as praias da Ilha. Segunda, 4/2, a The Week voltou a ser o centro das atenções, com o DJ Peter Rauhofer.
Também na segunda, 4/2, o Pop Gay reuniu quase 30 mil pessoas, no centro da cidade. O evento, comandado por Silvetty Montilla, é um concurso que elege a drag mais bela e a mais "original" do carnaval. Já virou uma tradição na cidade, e é tão divulgado quanto os desfiles das escolas de samba, dos blocos de rua e dos outros eventos públicos. A platéia não é só de gays, muitas famílias e turistas assistiram a divertida apresentação, que foi das 21hs até às 2hs da manhã da terça.
A Praia Mole continuou sendo destino certo certo para a maioria dos turistas gays. Mas Jurerê Internacional é grande vedete turística da Ilha no momento. Alguns gays espertos passaram por lá, mas foram bem poucos. O Taikô Beach Clube e o Café de La Music, eram os pontos de encontro dos belos e endinheirados, que enquanto ficavam deitados em comfortáveis espreguiçadeiras, ouviam o som de DJs nativos e paulistanos que embalavam as tardes de sol do balneário.
Florianópolis vem crescendo a cada ano, em números de turistas e em atrações durante o carnaval. Esse foi o ano em que a Ilha se superou, com grande público e ótimas festas. Mas, o grande problema da capital catarinense é a falta de infraestrutura, que dificulta a locomoção pela Ilha e causa enormes congestionamentos. Nesse quesito, o Rio ganha de longe. Outro problema é a lei que determina que as festas encerrem até às 7 da manhã, acabando com a diversão de muitos antes da hora. Mas, com alguns investimentos e melhorias, a Ilha tem tudo para se tornar, realmente, mágica.