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  Sexo: CONTOS
Viajando de moto
6/6/2008
Sexo Anônimo

Este ano fiz uma viagem diferente, os locais são fictícios, mas o conto não. Saí de férias com vontade de viajar de moto, deixei família, negócios, pequei a estrada e fui ao litoral. Chequei em uma pequena cidade do litoral capixaba, arrumei um hotel e descansei a viagem de mais de mil km havia sido dura e precisava descansar. Dormi a tarde toda, e por volta das três e meia da tarde, saí para procurar uma agência. Como não conhecia a cidade, perguntei a um rapaz que vendia côco gelado. Ele apontou e mostrou que eu estava na porta da agência e percebi que havia dado um furo. Mas reparando bem o cara, vi que se tratava de alguma coisa boa.

- Me desculpe, não sou daqui e não reparei na agência.

Assim a conversa fluiu, e já havíamos marcado até para tomar uma cerveja a noite. Ele era moreno, nasceu na beira da praia, e usava uma bermuda vermelha, que
deixava a mostra que o sol havia curtido bem sua pele.

Voltei ao hotel esperando ansioso nove horas da noite.

- E aí, demorô.

No local e hora marcada ele esperava.

- Não é todos os dias que os turistas convidam a gente para uma cerveja, e depois, se quiser,a mulherada tá solta, elas adoram moto.
- Vou te adiantar uma coisa. Sou casado e buceta tenho todos os dias. Eu estou querendo mesmo nestas férias é fazer o que gosto mesmo é de um boquete. Topa?

O cara ficou branco, depois de uns momentos disse:

- Mas eu sou espada.
- É isso aí mesmo tem de ser, senão não rola.
- E vou chamar um amigo, sozinho já viu né.
- Mas vamos com calma, só adiantei um pouco as coisas. Vamos tomar uma cervejinha primeiro.

E assim tomamos todas, e eu precisava tomar mais coragem, afinal não é todo dia que a gente dá uma cantada destas.

- Ei Nen, vem cá - gritou chamando um amigo que passava na praça.

Conversaram uns minutos, sentaram os dois.Este amigo era branco, loiro, mas queimado pelo sol, disse ser pescador e tinha 19 anos. Saímos do boteco e fomos em direção a barra, local escuro e onde o mar estava entrando nas casas, deixando algumas vazias, os pescadores se mudaram por causa da maré alta que estava invadindo a barra. Entramos em uma casa, sem telhado, só as paredes e janelas estavam de pé. Automaticamente, o primeiro entrou e ficou me esperando, o outro ficou vigiando, fazendo a segurança do local. Quanto entrei em uma área que deveria ser a cozinha, ele estava sem jeito, segurando o pau. Tirei a mão dele e pus a minha, estava duro igual pedra. Comecei a chupar, e ele mostrou ser bem dotado, chupei muito tempo, ficamos assim um bom tempo, já que havia perdido a noção do mesmo, pela cerveja, pelas estrelas no céu, pelo prazer de chupar um pau delicioso. Quando fui pedir para ele não gozar em minha boca, senti um gosto ôgre, senti aquele gosto gostoso, delicioso e proibido, mas que não tinha tempo de tirar. Senti o gosto e olhei para ele, ele estava olhando para cima, e como todos fazem quando gozam, colocou para dentro e saiu, chamando o segundo.

Ele entrou, mas eu queria mais, e este era maior, chupei como chupei o outro e vi que ele era comedor e não iria perder tempo, senti sua mão em minha bunda, apertando, apalpando, então tirei uma camisinha do bolso de minha bermuda e coloquei no pau dele. Foi quando ele disse:

- O cara fez isso?
- Não, mas vai fazer.

Sem muito esforço, coloquei a camisinha, ele consentia, colocou e logo foi me pegando por tras, senti o pau dele em meu cu, me rasgando, proporcionando aquela dor característica de quem está dando a bunda e o cu tem de aceitar. Enfiava com força e logo relaxei e como o chão estava cheio de entulhos, não pude me segurar, e coloquei a mão no joelho para facilitar a penetração de tão delicioso pau.

- Gostoso!

Foi o que ouvi em certo momento.

Eu forçava, sabia que ele iria gozar logo, precisava aproveitar. Senti sua mão próxima ao meu pau, aproximei e deixei ele pegar, sabia que ele estava querendo, mas o outro não podia ver, ele começou a me punhetar e gozei, gozei com um pau enorme na bunda e com o cara me punhetando. Foi excelente, foi esplendoroso, prazeroso, assim que ele gozou saiu,e eu fiquei ali me arrumando, me aprontando para voltar ao mundo.

Os dois não falaram nada no caminho de volta, eu estava preenchido. De manhã, fotografei o local, a casa, a praia, a camisinha estava lá, apertei e ela estava cheia do leite dele, fresco ainda. No hotel fiquei imaginando como seria a noite, de férias, com dois cara sem falar nos amigos deles que com certeza iria pintar e pintou, mas isso é outra história. O que posso adiantar, é que no terceiro dia éramos seis, dei para todos, e minhas férias foram bastante prazerosa. E tudo por causa de uma informação.

 




                                



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