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Sauna do hotel em Curitiba |
6/6/2008 |
Muitas vezes conhecemos mais o que rola em outras cidades do que naquela onde moramos desde que nascemos. Sou curitibano, mas se você me perguntar de São Paulo ou Rio, posso te dizer na hora onde estão os cinemões, banheirões de shoppings, lugares onde putos cachorrões como eu se realizam. Gosto de sexo casual, em lugares proibidos, não pergunto o nome e nem quero saber de nada. Quem já fodeu um executivo de terno, gravata e aliança no dedo, dentro de toalete de aeroporto sabe do que estou falando. Não precisa perguntar o nome, o signo nem a data do nascimento, é só chacoalhar a jeba ostensivamente no mitório e se alguém se interessar fazer um gesto com a cabeça pra entrar no reservado. Gosto de tirar só o pau pra fora, no máximo baixo a calça até o joelho. Se estou fardado faço até questão de não tirar a boina e os óculos escuros que sempre me acompanham.
Sei que a turma curte um militar pauzudo só com o cacetão à mostra. Tenho os bagos grandes e puxo o "conjunto" todo pra fora do zíper para excitar ainda mais os admiradores. Experiente como sou em sexo casual e arriscado, nem imaginava o que me esperava quando o nosso capitão - num gesto de surpreendente generosidade resolveu marcar um jantar dos oficiais num dos hotéis aqui da cidade (HPS). Hotel este acima de qualquer suspeita, local tradicional e respeitabilíssimo. O convite era para as 9 horas da noite mas uma mancha no papel me induziu a entender que seria às 19 horas e, pontual como são os militares, acabei chegando na elegante recepção duas horas antes do prazo. Ao me apresentar no balcão a recepcionista educadamente me alertou sobre o meu engano e me ofereceu uma poltrona, revistas e jornais para ajudar matar o tempo. Até pensei em sair e voltar mais tarde - mas com o trânsito do jeito que estava naquele horário, optei por ficar lá mesmo. Que sorte a minha!
Antenado como sou pra putaria, logo percebi que havia um movimento anormal de executivos engravatados perguntando à recepcionista onde ficava a sauna do hotel. Os caras recebiam a resposta e invariavelmente se dirigiam ao elevador, não sem antes, é claro, grudarem os olhos na minha "mala" estufada, comprimida dentro da calça da farda de gala. Eu me acho um cara másculo e bonitão, imagino que dentro da farda de gala devo ficar bem interessante mesmo. Sei disso porque outros oficiais bem feinhos endireitam quando fardados. Farda é um poderosíssimo kit embelezador para o homem... Acho que é por isso que eu me dou tão bem nos banheirões da vida.
Bem, quando chegou o terceiro gostoso e perguntou novamente da sauna resolvi investigar. Como quem não quer nada perguntei à recepcionista:
- Vocês tem sauna no hotel?
- Sim, primeiro andar em frente ao elevador, é aberta ao publico em geral. Por que o Sr. não faz uma sauninha para ajudar a passar o tempo?
- Boa idéia. Repliquei, ainda precisava matar uns 90 minutos. E fui pro elevador.
Para entrar na sauna é preciso passar pela academia, lá estavam umas garotas malhando e o atendente com os olhos grudados nas bundas das garotas, me informou o preço e me deu a chave do armário. Passei por uma porta de vidro, pela salinha de repouso e entrei para o canto dos armários por uma portinha bang-bang - Ué? Tudo vazio, onde estão os caras? Tirei a roupa, me enrolei na toalha e fui para o vapor. Cara! Quando abri a porta só escutei o "esparramo". Imagine, numa sauninha minúscula os três caras que eu tinha visto estavam em pé ajeitando as toalhas na cintura.
Saquei na hora que estavam na maior sacanagem. Não perdi tempo. Arranquei a toalha da cintura e já com o cacete bem intumescido e mexendo nos bagos perguntei se cabia mais um? Na hora um caiu de joelhos e engoliu minha jeba até o talo, enquanto os outros dois começaram a mamar nos meus mamilos. Sem dizer mais nenhuma palavra todos entenderam que eu seria o ativão da brincadeira e que todos 3 estavam ali só pra satisfazer a mim e à minha trolha insaciável. Num passe de mágica começaram aparecer camisinhas e lubrificante. Os caras se revesavam no meu pau que entrava e saía de diferentes cus alternada e seguidamente. Tudo no maior silêncio, tudo maravilhosamente tácito. Ficamos uns 45 minutos de puro êxtase tendo formado a posição inédita onde eu sentado na bancada tinha um cu encaixado no cacete, outro atochado na minha boca e outro arrombado com três dedos da minha mão. O silêncio só foi quebrado pelo meu murmurar - vou gozar! Imediatamente os três reuniram as bocas em volta da minha glande pulsante e fraternamente dividiram até a última gota do meu leite, engolindo minha essência ao mesmo tempo em que arremessavam as cabeças para trás, gargolejando de prazer, enquanto lavavam minha canela e meus pés com os jatos de seus gozos. Sai, tomei meu banho, recoloquei a farda e pela primeira vez como oficial cheguei atrasado num jantar.