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A fábrica |
3/7/2008 |
Tenho que contar o que aconteceu comigo. Meu nome é Hugo, tenho 23 anos, uma pessoa normal. Moro sozinho e em frente ao meu apartameto tem uma fábrica de cimento. Como trabalho o dia todo, não vejo o funcionamento da fábrica. Às vezes fico com raiva porque a poeira do cimento entra toda no meu quarto. Neste último feriado estava em casa e pela primeira vez vi a fábrica funcionando. Da janela da sala pude ver dois homens trabalhando. Achei estranho um dia de feriado e eles no sol de 35 graus carregando aqueles sacos de cimento. Da janela da sala fiquei observando um bom tempo, até que um deles percebeu que eu estava olhando o trabalho deles sem tirar os olhos. De repente o cara me deu uma encarada que tremi na hora. Continuei olhando, vi que ele também me olhava e assim foi a manhã do feriado.
Eu colocava as coisas no lugar e dava uma olhadinha na janela. Comia alguma coisa e dava outra olhada na janela. Como chegou próximo ao meio dia, vi que eles estavam arrumando as coisas para irem embora, limpando-se e colocando as máquinas no lugar. O cara, então, tirou a camisa quando eu estava olhando e deu uma arrumada no saco. Fiquei louco dentro de casa, mas não tinha nada o que pudesse fazer. Vi que seu amigo foi embora e o cara ficou sozinho na fábrica. Em seguida ele entrou num dos banheiros externos, saiu com os cabelos molhados e já vestido com uma camiseta meio suja. Minutos depois vi quando ele fechou todas as portas e estava trancando o portão.
Saí da janela lamentando o final do expediente. Liguei a televisão e depois de uns 20 minutos alguém bateu na minha porta. Levantei com preguiça e ao abrir me deparei com o trabalhador. Lucas era o nome dele. Todo nervoso, e ainda gaguejando, perguntou se eu poderia lhe dar um copo com água. Fiquei parado sem saber o que fazer. Disse que ele podia entrar e o levei até a cozinha. Dei água gelada e perguntei se era só isso o que ele precisava. Não tinha nem terminado a frase quando o cara me agarrou e me deu um beijo de perder o fôlego. Ele me beijava de um jeito que só de lembrar fico de pau duro. Foi passando aquela mão áspera em mim, me deixando louco de tesão. Ele foi me arrastando para a sala e dizendo: "Não ficou me olhando trabalhar, agora vai ver como meu serviço é completo". Sentou-se no sofá e disse: "Tira minha calça que tenho um belo cacete pra você chupar". Quando tirei aquela calça ainda suja de cimento e vi o tamanho do pau logo cai de boca engolindo tudo.
O cara gemia e mandava eu chupar mais rápido. Tão rápido que ele gozou na minha boca e ainda me vez engolir tudo. Em seguida também gozei. Quando pensei que já tinha acabado, o cara me colocou de frango assado e disse: "Ainda tem o segundo tempo. Eu não disse que comigo o serviço tem de ser completo?". Ele colocou uma camisinha que custou para entrar naquele cacete maravilhoso e começou a enfiar no meu rabo apertado. Foi enfiando e achei que ia me rasgar de tão grande e grosso que era aquele pau. Quando entrou tudo ele virou pra mim e disse: "Sentiu?".
Eu estava sem fôlego com ele metendo em mim, me beijando e dizendo cada coisa louca. Me virou de quatro, batia na minha bunda, trepava como um touro louco. O cara era insaciável. O pau tinha 22cm e ainda tinha um corpo todo malhado, barriga tanquinho com aquele caminho da felicidade. Ele gozou na minha bunda e me vez gozar sem que eu batesse uma. Só de meter em mim gozei. Fomos para o banheiro tomar banho e rolou mais uma chupada. O cara queria me comer debaixo do chuveiro outra vez, mas não iria agüentar. Ele foi embora prometendo voltar. Se você é de Belo Horizonte, e curte uma sacanagem entre machos, quem sabe não se esbarra comigo por aí?