Hotel Ibis tem pouquíssimas vagas
para os dias da Parada
Mesmo competindo com outras paradas gays que acontecem na mesma data em várias capitais do mundo, e até mesmo com a redução no número de festas que de certa forma intimida o público que viria a São Paulo para participar daquele que ainda é o maior evento do Orgulho Gay, os hotéis da Avenida Paulista conseguiram manter a mesma média de ocupação dos dois últimos anos, em torno de 75%.
No Hotel Mercure, por exemplo, a ocupação no momento é de 71%, mas a previsão é de que esse número aumente entre 5% e 10% com a chegada do feriadão. Já o hotel Caesar Business, que fica em frente ao local da festa, preferiu não divulgar os números oficiais, mas de acordo com a representante de vendas, Ângela Orchid, a ocupação está maior neste período, tanto por conta do feriadão, quanto da própria Parada Gay. No Íbis da Avenida Paulista, a previsão de ocupação é de 95%, mesma taxa do ano anterior, mas como sempre aparecem hóspedes do última hora, o hotel espera, até o dia do evento, fechar a taxa de ocupação total, ou seja, quase 100%.
Economicamente, a Parada Gay é o segundo evento que mais movimenta a capital paulista, perdendo apenas para a Fórmula 1. No ano passado, a Parada trouxe mais de 400 mil visitantes para a cidade e girou nada menos que R$ 188 milhões no setor de turismo.